O que aconteceu na semana de moda de São Paulo – Parte 1

Olá fashionistas tudo bem com vocês??? Como eu havia prometido vocês viram lá no stories do nosso instagram???

Vamos falar do primeiro evento que abriu a semana de moda, bem todos sabem que o São Paulo Fashion Week e Fashion Weekend Plus Size começou no domingo dia 27 de agosto de 2017, porém Á La Garçonne realizou um desfile no dia 26 de agosto de 2017 trazendo roupas maravilhosas que foram comandadas por Alexandre Herchcovitch e Fábio Souza. E a locação? Nada menos que o palco do Theatro Municipal de São Paulo, no centro da cidade. E a trilha sonora mixou música clássica com funk carioca.

Bem não tive a oportunidade de ir assistir a este desfile, mais no anos que vem com toda certeza vocês terão tudo na integra, achei as roupas magnificas e trouxe para vocês algumas fotos do desfile e no final a ficha técnica com infos dos parceiros da marca também. (Adoro marcas que valorizam as parcerias, afinal mega acredito na economia colaborativa).

Bem pessoal tivemos muitos desfiles lindo, varias tendências para nos deixar com muita, mais muita vontade de comprar. Abaixo trago para vocês pelo menos 2 fotos de cada marca e também um breve texto explicando um pouco a marca. Vamos lá.

Reserva

Ela veio mostrando sua roupa masculina funcional e que cumpre seu papel. Com o estilo de Igor de Barros e o styling de David Pollack, a marca fez uma brincadeira com Wally, inesquecível protagonista de Onde Está Wally. O desafio era como construir essa imagem de maneira que trouxesse também alguma novidade. A equipe pesquisou o universo dos mochileiros e viajantes, mas por um outro viés: quando sobra apenas uma peça limpa pra usar, ou nenhuma e você tem que pedir uma emprestada, a roupa amassada no fundo da mochila. “É uma roupa que é real, mas não tão acertada, tem uma outra maneira de usar”, diz Igor.

 

TIG

Apresentou a coleção ‘Ela é Carioca’ com uma homenagem à cidade do Rio de Janeiro.
O desfile teve início com uma série de peças em estampas P&B, com imagens da Cidade Maravilhosa, misturando moda festa com elementos do boxe, como o elástico na cintura.
Na evolução, as estampas – que consagraram a marca – ganharam cores tropicais, como azul meia-noite, lilás e verde bandeira, em um jogo de styling que misturou elementos suaves e fortes.

JULIANA JABOUR

Apresentou uma coleção com tema náutico. Nas entrelinhas, o desfile vibrou com uma nostalgia dos EUA do início do século em cores, estampas e formas. Existe uma conversa entre a rua e o romantismo. Calças amplas de cintura baixa com moletons cropped de capuz interagem com babados e transparências em georgette e tule.Entre as peças mais interessantes, os maxi-moletons, sandálias de plataforma reta com sola trator e com aplicação de metais, jeans com estrelas e as calças estilo rave.

SAMUEL CIRNANSCK

Levou para passarela sua marca SCK com uma coleção que mistura jeanswear e moda festa. Seus vestidos bordados se mesclam com streetwear, importando técnicas de suas peças sob medida para uma moda casual e urbana – para homens e mulheres – com uma rica evolução de sua última apresentação.Jeans puídos carregam bordados elaborados, assim como vestidos e calças em moletom, que ganharam riqueza na construção das peças, com ornamentos românticos e trabalho artesanal.

Coven

Retornou ao São Paulo Fashion Week com uma coleção que agradou aos olhares mais críticos da plateia. Na apresentação, roupas que fazem sentido na passarela e também na vida real. Um equilíbrio importante e delicado para a moda de hoje.
Camisões – que se transformam em vestidos quando fechados – funcionam para mulheres de diferentes corpos e idades. Peças inteligentes conectadas com uma rusticidade repensada. A inspiração na África não foi óbvia.

APARTAMENTO 03

Toda a sua coleção foi inspirada em Lota e é Lota de Macedo Soares (1910 – 1967), francesa naturalizada brasileira que ficou muito conhecida por seu relacionamento com a escritora inglesa Elizabeth Bishop. Mas não foi esse o foco da inspiração de Luiz Claudio. Ele começou com uma pesquisa de arquitetura, pensando em formas de construir, já que seu processo não parte de um desenho e sim do tecido: ele coloca o pano no corpo da modelo e fica tentando possibilidades e descobrindo maneiras de fazer algo diferente. Caiu em suas mãos um livro de Elizabeth Bishop e, através dele, chegou em Lota. “É uma mulher incrível, a gente tem que falar dela. Mas o mais incrível é que o Brasil não saiba disso. Ela também era gay e vivia isso abertamente, o que certamente não ajudou a dar visibilidade ao seu trabalho. É uma coisa do mundo hétero, branco e masculino que faz a gente apagar essas memórias”, diz. “E eu, no lugar de minoria das minhas questões, acho importante falar dessas outras minorias”.Lota era paisagista, urbanista e arquiteta e foi a responsável pela criação do Aterro do Flamengo, no Rio. Por questões políticas, ela foi afastada da parte final do projeto, mas ficou a sua bravura, a sua luta para que a área não fosse loteada. Lota ia pro aterro trabalhar de calça jeans, coisa rara entre as mulheres da época. Assim, Luiz usa jeans em uma coleção pela primeira vez e mantém seu namoro com o guarda-roupa masculino, tudo a ver com ele e com Lota, mulher forte que gostava de roupas masculinas. A parte das construções geométricas do início do desfile vêm da arquitetura e os amarelos são uma referência à sua casa em Petrópolis, projetada por Sergio Bernardes, a primeira a usar estrutura metálica no Brasil. “Não queria uma história triste, então a cor tem essa coisa solar mais alegre”.

HELO ROCHA

A coleção foi inspirada em roupas de dormir e moda íntima, com uma atmosfera de “sonhos tropicais”. Modelagens e shapes inspirados em lingeries vitorianas foram bordados com plantas tropicais, feitos por bordadeiras de Timbaúba dos Batista, no interior do Rio Grande do Norte. “Os bordados são feitos como um raio x ao molde de flores e folhas de verdade, como costela de Adão e orquídea”, explicou a estilista.
A cartela de cores em tons cosméticos é suave e sofisticada. A coleção é muito feminina, mas brinca com gênero quando mistura bustier com camiseta, transparências e calças de cetim. Uma delicada combinação de clássicos vitorianos com o sertão.

RATIER

ANIMALE

Após uma viagem de 20 dias ao Vietnam, Vitorino Campos voltou com a ideia da coleção Verão 2018 na cabeça. Muito além de trabalhar em cima de um tema, o estilista optou por contar uma história. Vestidos com aplicações de mini-flores por toda a superfície simulam jardins. Estampas que mesclam o desenho de cerâmica com o traço da tatuagem típicas do Vietnam. Botas de couro com saltos de madeira e bolsas com alças de cordas. Pesponto em cima da sarja. Cetim plissado que parece bordado.

 

Bem fashionistas não foi somente estas marcas que estiveram no desfile, muitas outras, optei por não colocar tudo neste post, pois ficaria muito cansativo!

Até agora as roupas que mais gostei e que te digo que usaria são do Apartemento 03 e do Animale. E vocês qual mais gostaram até agora? Um grande beijo e até semana que vem com mais um pouco desses desfiles maravilhosos.

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