Os livros que me surpreenderam

Olá meu povo, como estamos? Hoje vou falar sobre os livros que me surpreenderam.  Pois é… sempre tem aqueles livros que você comprar sem esperar muita coisa, ou ganha e não pode dizer que não curtiu muito, já que a pessoa está com um sorriso de orelha a orelha olhando para você e esperando um “nossa, era esse mesmo que eu queria!”, só porque ela sabe que você gosta de ler… mas quando realmente você pega para ler, se pergunta como passou a vida inteira sem ler esse livro, e ele muda sua vida…

Autor do mês-

Isso acontece na vida de todo leitor que se preze… aconteceu na minha, e vamos ver quais foram os que mais me surpreenderam. Chega mais! =)

  1. O rei negro – Mark Menozzi

O rei negro

Valdar é um mundo vasto e antigo, um universo habitado por povos profundamente diferentes entre si, que, ao longo dos séculos, foi sendo delineado pela beleza de suas civilizações e pela terrível e ancestral violência de suas guerras. Nessa impetuosa mistura de destinos de Valdar, a vida do jovem soberano Manatasi parece transcorrer ao largo dos grandes eventos que forjam a história do lugar. Porém, tudo está a ponto de mudar. A conclusão da construção de Kemyss, a babélica cidade da esperança, faz com que o Príncipe inicie uma jornada rumo aos majestosos muros da cidade, e, assim, dará início a uma grande viagem de descoberta. Manatasi deixa para trás suas florestas junto a Sirasa, fiel xamã de espírito irrequieto, e passará por aventuras e batalhas durante seu caminho.

Quando comprei esse livro, eu estava de passagem pelo shopping e encontrei uma feira de livros. Ele estava à venda por R$10,00 e comprei sem esperar muito dele… Mas me surpreendeu bastante, um livro de fantasia (na realidade baseado num jogo de RPG) que devorei em pouquíssimos dias. Super indico essa leitura, principalmente se você curte disputas de reinos e muita magia.

2. Uma estranha família – Ray Bradbury

Uma estranha família

A casa era um quebra-cabeças dentro de um enigma dentro de um mistério, pois ela abarcava silêncios, cada um deles diferente, e camas, cada uma de um tamanho diferente. algumas com tampas. Alguns tetos eram altos o suficiente para permitir vôos com descanso, e ali as sombras podiam se pendurar de ponta-cabeça. A sala de jantar abrigava treze cadeiras, todas elas com o número treze, para que ninguém se sentisse alijado da distinção que esse número implicava. Os candelabros lá em cima eram feitos a partir das lágrimas de almas atormentadas, perdidas no mar havia quinhentos anos de vindimas e estranhos e estranhos nomes nas garrafas guardadas lá dentro e cantinhos vazios para visitantes que não gostassem de camas ou dos poleiros nos tetos altos.

Esse livro foi presente do meu pai, que me pediu para escolher um livro aleatoriamente na livraria. Peguei esse livro pela capa estranha. Ela me lembrava a Família Adams e eu tinha que saber do que falava. E… foi outro livro que muito me surpreendeu também. Inclusive emprestei para uma amiga que ficou impressionada pela capa e também curtiu bastante a leitura.  Esse foi meu primeiro contato com as obras de Ray Bradbury e gostei bastante da escrita dele.

3. Eu sou o mensageiro – Markus Zusak

Eu sou o mensageiro

Ed Kennedy leva uma vida medíocre, sem arroubos. Trabalha, joga cartas com cúmplices do tédio, apaixona-se por uma amiga que dorme com todos os vizinhos do subúrbio e divide apartamento com um cão velho. O pai alcoólatra morreu há pouco; a mãe parece desprezá-lo.
Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem conseqüência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma seqüência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele. Uma mulher é estuprada diariamente pelo marido, enquanto uma senhora de 82 anos afoga-se em solidão, à espera do companheiro, morto há mais de meio século.
A ele parece caber o papel do eleito, do salvador. Convencido disso, segue instruções e se perde entre ficções de estranhos e sua própria, embaçada, realidade. A certa altura pergunta-se: “Eu sou real?” Markus Zusak cria um personagem comovente capaz de confrontar o mistério e, por meio da solidariedade, empreender um épico que o levará ao centro de sua própria existência.

Li esse livro umas duas vezes, de tanto que gostei dele. Eu conhecia a escrita de Zusak porque tinha lido recentemente A menina que roubava livros. Mas esse me surpreendeu mais ainda, já que ele saiu do drama do Nazismo para os tempos mais atuais, falando de uma forma completamente diferente e cômica, sobre coisas sérias. É um livro maravilhoso, que super recomendo.

4. As aventuras do jovem Sherlock Holmes – Andrew Lane

As aventuras do jovem Sherlock Holmes

 

Na realidade essa é uma série que muito me surpreendeu. Eu conhecia as obrar originais do detetive mais famoso de todos os tempos, escritos por Conan Doyle, mas sempre me perguntei o que levou o detetive consultor excêntrico a ser como era descrito. E Andrew Lane conseguiu pensar nisso. Então ‘As aventuras do jovem Sherlock Holmes’ explicam exatamente como a personalidade mais icônica se tornou o que conhecemos e amamos. O autor prestou atenção em todos os detalhes e os livros ficaram muito, mas muito bons mesmo! =)

E esses foram alguns dos livros que me surpreenderam. Me contem aí quais os que surpreenderam vocês também! 😉

Até a próxima quarta!

Fotos de capa e texto: Creative commons

 

 

Uma consideração sobre “Os livros que me surpreenderam”

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